motoboy bela vista 3735.1711 / 2741.6106 motoboy 13 de maio

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motoboy na bela vista

Tipos de Contrato

Entrega Rápida: Contrato Mensal
•        Um mensageiro registrado (C.L.T.), com seguro de vida e benefícios, ficará à sua disposição, na cidade de São Paulo, de Segunda a Sexta-feira das 09:00 hrs às 18:00hrs.

motoboy (s) na bela vista Entrega Rápida: Preço fechado
•        Serviços de entregas rápidas de encomendas leves de um ponto para o outro da cidade. Este serviço atende a pessoas físicas e jurídicas, com rapidez e qualidade.

motoboy (s) na bela vista Entrega Rápida: Avulso
•        Serviços a serem executados em cartórios, bancos, repartições publicas, e outros locais que requerem espera ou haja filas.

SERVIÇOS FORA DE MUNICIPIOS, LITORAL E INTERIOR. PREÇOS ESPECIAIS CONSULTE-NOS

Nossos Serviços
•  Coletas com: motoboy (s) na bela vista e região.
•  Entregas com: motoboy (s) na bela vista e região.
•  Logística com: motoboy (s) na bela vista e região.
•  Correspondências com: motoboy (s) na bela vista e região.
•  Serviços bancários com: motoboy (s) na bela vista e região.
•  Serviços à domicílio com: motoboy (s) na bela vista e região.
•  Traslado de pessoal com: van.
•  Produção e Distribuição de mala-direta com motoboy (s)
No caso de entregas/coletas, retiradas, distribuição de brindes, translado de pessoal, malotes, serviços bancários, logística e entregas em domicilio.
Dispomos de duas modalidades de atendimento apresentadas a seguir:

1. Contratual: O veículo com motoboy (s)/Motorista ficará exclusivamente à disposição do cliente em sua localidade no horário firmado, independente de chamada.

2. Esporádico: O veículo com motoboy (s)/Motorista será mobilizado após solicitação do cliente, seja imediatamente ou com horário estipulado.

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atenção!!! Curso de formação é obrigatório para motoboy (s) que trabalham com frete
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Curiosidades
motoboy (s)
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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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motoboy (s) ou motoqueiro, também conhecido como estafeta em Portugal, é um profissional que utiliza uma motocicleta geralmente de baixa cilindrada, de 90 a 250cc) para entregar e receber diversos tipos de objetos: pizzas, fast-foods em geral, documentos, pagamentos bancários entre outros.

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Etimologia
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A palavra motoboy (s) é um neologismo que não pertence à língua inglesa, mas foi cunhado no Brasil pela justaposição do sufixo moto (redução de “motocicleta”) e boy (“garoto”, “rapaz” em inglês). É possível também que tenha evoluído de office-boy, palavra usada para nomear meninos (sem motoclicleta) que realizam entregas e serviços burocráticos nos grandes centros

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Descrição
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Trata-se de uma profissão nova, surgida na década de 1980, e cresceu com a onda de terceirizações na década seguinte. Surgiu devido a necessidade de transportar objetos com rapidez,nos grandes centros, com agilidade e baixo custo. Entretanto, eventualmente exige que o profissional cumpra longas jornadas de trabalho em troca de rendimentos maiores, havendo pressões para a realização das funções no menor tempo possível.

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Problemas sociais
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Os motoboy (s) estão sujeitos a um alto índice de acidentes por causa dos problemas elencados anteriormente, além da questão da baixa segurança passiva das motocicletas. Em 2008 uma lei esteve em trâmite na Câmara do estado de São Paulo proibindo a circulação de motos entre os carros nos chamados corredores, o que dividiu as associações de moto-boys e motociclistas, já que ambos poderão ser afetados pela nova lei, porém não houve aprovação. Esse tipo de profissional também está sujeito a um alto índice de acidentes[1]: no ano de 2003, as motocicletas representaram 26% dos veículos envolvidos em acidentes, totalizando 13% das vítimas. Em julho de 2009, o Senado Federal aprovou um projeto[2] que regulamenta o trabalho dos profissionais motociclistas : o motoboy (s), o mototaxista e o motovigia[3]: idade mínima de 21 anos, o mínimo de dois anos de habilitação na categoria “A” e habilitação em curso especializado.

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Referências 1.? motoboy (s) poderá ter habilitação especial Expresso da Notícia, 26/09/2006, acesso em 12 de julho de 2009.
2.? Profissões de mototaxista e motoboy (s) são regulamentadas pelo Congresso O Globo, 10/07/2009, acesso em 12 de julho de 2009.
3.? Motociclista que faz rondas diurnas ou noturnas em condomínios fechados, bairros residenciais abertos ou regiões comerciais

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Extraído de: Expresso da Notícia – 26 de Setembro de 2006
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motoboy (s) poderá ter habilitação especial A possibilidade de se criar uma carteira de habilitação especial para condutores que exerçam atividades remuneradas com motocicletas, como e mototaxistas, será um dos próximos assuntos discutidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A informação é do diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Alfredo Peres da Silva.
Segundo ele, nas próximas reuniões do Contran também devem ser analisadas propostas de definição do tipo de capacete para motociclistas( motoboy (s) ) e sobre o tamanho do baú usado para transporte de pequenas cargas em motos. Silva é um dos participantes do 1º Seminário Denatran de Educação e Segurança no Trânsito, que se realiza hoje e amanhã em Brasília.
O encontro faz parte das atividades da Semana Nacional de Trânsito, que começou no dia 18 e se encerra hoje. Participam do seminário cerca de 400 pessoas, entre representantes de órgãos de trânsito estaduais e municipais, dos ministérios da Saúde, dos Transportes e do Trabalho e de entidades que reúnem motociclistas, além de especialistas na área.
De acordo com o diretor, as propostas apresentadas no encontro poderão nortear as ações do Denatran e do Contran. Silva lembrou que é da competência do conselho tratar apenas de aspectos técnicos e que a regulamentação da atividade de motoboy (s) e de mototaxista cabe aos deputados e senadores.
Segundo ele, o objetivo do seminário também é levantar sugestões para encaminhar ao Congresso Nacional, onde tramitam pelo menos cinco projetos de regulamentação da atividade. Silva defendeu que é preciso definir regras para questões como vínculo empregatício, jornada de trabalho, e se o profissional terá seguro ou não.
“Tudo isso de forma a dar maior proteção ao motociclista( motoboy (s) )”, destacou o diretor do Denatran. Para ele, a regulamentação da atividade poderá ajudar a reduzir o número de acidentes envolvendo motocicletas no país. “Antigamente, aparecia só ônibus e caminhão e agora a moto começa a ter um número de acidentes, principalmente fatais, acima do que seria razoável”.
De acordo com o Denatran, cerca de 32% dos condutores brasileiros são habilitados na categoria A (de motocicleta). Dados de junho apontam que o número de motocicletas no país já ultrapassa os 7 milhões, o que representa 17% da frota total de veículos. Em 2003, as motos representaram 26% dos veículos envolvidos em acidentes. Naquele ano, cerca de 13% das vítimas fatais eram motociclistas.

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motoboy (s) na bela vista ou melhor todos os motoboy (s) têm um ano para se adequar a novas normas de segurança
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Entrou em vigor hoje a resolução do Conselho Nacional de Trânsito que estabelece os requisitos mínimos de segurança para motoboy (s) e motofrete. Os motoboy (s) têm prazo de um ano para se adequar às exigências de uso de equipamentos que reforcem a segurança. A lei prevê que motofretes somente terão licença concedida se tiverem instalados na moto protetor de motor ?mata-cachorro?, aparador de linha antena ?corta-pipa? e que a instalação de dispositivo para transporte de carga seja aquele regulamentado pelo Contran.

A moto precisa ainda ser submetida a vistorias semestrais. Conforme a norma, não será mais permitido transporte de combustíveis, produtos inflamáveis ou tóxicos, com exceção de gás de cozinha e de galões de água mineral, desde que com o auxílio de ?sidecar?, um dispositivo anexado à moto, especial para este tipo de transporte.

Com a entrada em vigor da nova resolução, todo o profissional  motofrete deve se adequar às exigências até 4 de agosto de 2012, sob pena de multa e apreensão do veículo. Há 10 dias, o Sindicato dos Motociclistas Profissionais do RS pediu uma prorrogação do prazo de adequação as exigências de três meses. A medida é favorável também ao Detran gaúcho que ainda não conseguiu se adaptar as regras principalmente na exigência de realizar curso de 30 horas com conteúdos como cidadania, ética e gestão de risco

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ATENÇÃO motoboy (s) NA bela vista E DO GRANDE ABCO
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Os cerca de 45 mil motoboy (s) bela vista e do Grande ABC terão, provavelmente a partir de outubro, apenas três meses para fazer o curso especializado obrigatório do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), de 30 horas-aula, para poder exercer a atividade. Isso porque a fiscalização dos órgãos competentes começa dia 1º de janeiro de 2012 e quem não tiver feito o curso, será autuado.

A correria, desta vez, não será culpa dos motoboy (s). A Resolução 350 do Contran, que regulamenta o curso de formação para motofretistas e mototáxis – a última categoria não existente na região -, é de 14 de junho de 2010. Na época, foi publicada quatro dias depois (18).

Se tivesse sido cumprida, pela legislação, entraria em vigor após 180 dias da data de sua publicação. Ou seja, os cursos deveriam ter começado em 15 de dezembro. O que não ocorreu até agora. Pelo menos, no Estado de São Paulo. Entre os motivos do atraso, série de portarias publicadas e revogadas posteriormente, inclusive pelo Detran-SP (Departamento de Trânsito) de São Paulo.

Uma das pendências ficou por conta de quem ministraria o curso especializado. Para o Contran, desde o princípio, seriam reconhecidos os órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, Sistema S ou instituições por eles credenciadas até a entrada em vigor da resolução.

Porém, em 23 de dezembro de 2010, o Detran paulista publicou a Portaria 1974, que regulamentava o processo de credenciamento para aplicação do curso. No artigo 2, considerava habilitados os Centros de Formação de Condutores.

“Foi exatamente com base na lei que nos preparamos para oferecer o curso, inclusive com o investimento em pista de treinamento para as aulas práticas com a motocicleta”, argumentou Neuclair Santo Silvestrini, dono do CFC São Bernardo, que ficou fora do credenciamento.

A nova Portaria 830 do Detran, de 22 de julho deste ano, no entanto, desautoriza os CFCs, e torna aptas as entidades do sistema S – Sest (Serviço Social de Transporte) e Senat (Serviço Nacional de Aprendizagem de Transportes) para execução do curso.

Em nota, o Detran justificou ontem que, quando do credenciamento, em dezembro, “os interessados não cumpriam os pré-requisitos determinados pelo Contran”. Agora, vinculado à Secretaria de Gestão Pública, “reformulou” a portaria com “especificações detalhadas”.

A confusão no entendimento da legislação implicou em ofício enviado ao Detran, na última semana, pelo Sindicato das Auto Moto Escolas e Centro de Formação de Condutores no Estado de São Paulo. “Respeitamos a decisão final do Detran, mas não aceitamos”, adiantou o presidente José Guedes Pereira. Hoje, são cerca de 1.000 CFCs espalhados no Estado – entre eles, na região.

E nesse fogo cruzado estão os motoboy (s), que terão de correr contra o tempo.

Curso estará centrado em instituição de Santo André

Portarias à parte, no Grande ABC o curso especializado obrigatório para os motoboy (s) será executado pelo Sest – Senat, com unidade em Santo André. A instituição aguarda por visita de técnicos do Departamento de Trânsito de São Paulo para conhecer as instalações.

“Depois do cadastramento, agora estamos delimitando os espaços das salas de aula e para a parte prática, além da compra das motocicletas”, adiantou Francisca Barros Sobrinha Loge, coordenadora de desenvolvimento profissional do sistema Sest-Senat, instalado em Santo André desde 2002.

Pela Resolução 350, o curso será dividido em duas etapas: teórico com 25 horas-aula; e prática de pilotagem profissional com duração de cinco horas-aula. Para realizar o curso, além dos requisitos exigidos na lei 12.009, como maiores de 21 anos e estar habilitado na categoria A, no mínimo, há dois anos, o condutor não poderá estar em cumprimento de pena de suspensão de direito de dirigir, nem ter cassada a Carteira Nacional de Habilitação e estar impedido judicialmente de exercer os seus direitos.

Assuntos relativos à etica, respeito e cidadania na atividade profissional, noções de legislação, Saúde, segurança e gestão de risco sobre duas rodas. “Não vamos aqui ensinar ninguém a pilotar, mas a ter posturas no trânsito”, afirmou Francisca.

O custo, a princípio, será R$ 160 para os motoboy (s) não vinculados ao sistema ligado ao transporte. Os contribuintes pagarão R$ 60 pelo curso. “Se aprovado pelo Detran, começaremos a ministrar as aulas em outubro”, afirmou a coordenadora.

Apesar do prazo restrito, muitos motoboy (s) desconhecem o curso, inclusive a obrigatoriedade. É o caso de Rogério Ramos, 26 anos, morador em Santo André. “Não sabia”, afirmou, ao ser indagado ontem pelo Diário. “Acho bom”, disse, ao admitir que existem alguns motoboy (s) “abusados” no trânsito.

motoboy (s) na bela vista e região

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Autor : Motoboy

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